CID é pra quem? Um curta-metragem sobre diagnósticos de Transtornos Mentais e Comportamentais
Título: CID É PRA QUEM? Um curta-metragem sobre diagnósticos de Transtornos Mentais e Comportamentais Autora: Thaís Coelho Gomes Poubel Período: 2022-2 Orientadora: Mariana Ramalho Procópio Xavier Resumo: O documentário CID É PRA QUEM? é um projeto experimental de curta-metragem produzido como Trabalho de Conclusão de Curso para a obtenção do título de Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa – UFV. O produto final consiste em uma narrativa de vinte e cinco minutos, construída através de entrevistas com pessoas diagnosticadas com Transtornos Mentais e/ou Comportamentais (TCM) em diversas fases da vida, com o objetivo de destrinchar a necessidade de se categorizar um conjunto de características individuais, vistos como sintomas, e nomeá-los. Do ponto de vista teórico, a Associação Americana de Psiquiatria, David Barlow e Mark Duran fundamentaram a base de construção clínica de diagnósticos de TCM. Georges Canguilhem, Paulo Dalgalarrondo, Michel Foucault e Thomas Szas, foram os pilares da discussão sobre normalidade. Enquanto Luciano Rodrigues Costa ajudou a identificar o local do relato de vida como método científico. Consuelo Lins e Claudio Mesquita ajudaram na contextualização da produção documental brasileira, enquanto Luiz Carlos Lucena, Walter Munch e Bill Nicholls foram as bases da construção técnica deste projeto. Palavras-chave: Documentário; narrativa; normalidade; psicopatologia.
Livro-reportagem “Olho no Breu” Visita ao manicômio judiciário de Barbacena
Título: Livro-reportagem “Olho no Breu” Visita ao manicômio judiciário de Barbacena Autor: Aramis Sebastião de Assis Período: 2010-1 Orientador: Resumo: O projeto “Olho no Breu” foi idealizado por meio de visitas ao Hospital Psiquiátrico e Judiciário Jorge Vaz, Barbacena, o único em Minas Gerais que funciona em sistema hospitalar e carcerário, a fim de produzir um livro-reportagem que retratasse a vivência no dia-a-dia do manicômio e sua relação funcionários/pacientes, bem como reproduzisse fielmente os relatos de vida dos internos e a transcrição dos seus processos criminais e laudos médicos. O Jornalismo Literário e sua concepção romântica das realidades variáveis em um mesmo contexto, e o método Fenomenológico para estudo da Psicopatologia que se utiliza da internalização da psique do outro, construíram de forma humanística um livro que não fosse apenas um trabalho de conclusão de curso, mas relatasse por um olhar sensível o humano como ser. Palavras-chave: Manicômio, pacientes, livro-reportagem, jornalismo literário, psicopatologia