O BRASIL NA MÍDIA INTERNACIONAL: ANÁLISE DO JORNAL BRITÂNICO THE GUARDIAN DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19
Título: O Brasil na mídia internacional: análise do Jornal Britânico The Guardian durante a pandemia da Covid-19 Autora: Gabriela Gouveia Celestino Período: 2022-1 Orientador: Ricardo Duarte Gomes da Silva Resumo: Este trabalho busca analisar a imagem do Brasil no exterior durante a pandemia, sob o governo do presidente Jair Bolsonaro, fazendo referência ao jornalismo internacional e utilizando como repertório teórico-metodológico a análise de conteúdo, de Laurence Bardin. O objeto de estudo é o jornal The Guardian, escolhido por ser um dos principais veículos do mundo, com o propósito de identificar como o país foi retratado durante o período de janeiro de 2021 a junho de 2021 através das reportagens da mídia internacional. Foram analisadas 46 matérias produzidas durante o surto de covid-19 no Brasil, considerado um dos países com a pior resposta à crise e sendo julgado mundialmente. A epidemia atingiu o mundo inteiro, mas é importante analisar a visão que os outros países tiveram sobre a nossa crise pela imprensa estrangeira, uma vez que o nosso país também afetou outros com sua má gestão. Utilizando a análise de conteúdo, concluímos que a imagem construída do Brasil é de um país corrupto, sem liderança e profundamente abalado pelo vírus. Palavras-chave: Jornalismo internacional; Análise de conteúdo; Covid-19; Pandemia; The Guardian
UMA ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE AS IMAGENS E OS TÍTULOS DE NOTÍCIAS PUBLICADAS NO JORNAL THE GUARDIAN DURANTE O ANO DE 2020
Título: Como o governo brasileiro e Bolsonaro foram representados na mídia internacional? Uma análise da relação entre as imagens e os títulos de notícias publicadas no jornal The Guardian durante o ano de 2020 Autora: Marina Ferreira Gouveia Período: 2022-1 Orientadora: Mariana Ramalho Procópio Xavier Resumo: Esta monografia tem como objetivo identificar e analisar como foram construídas as representações sobre o Brasil e sobre o governo Bolsonaro, através das linguagens verbais e não-verbais usadas pelo jornal britânico The Guardian, durante o primeiro ano da pandemia de Covid-19. Para alcançar este objetivo, foi necessária uma prévia contextualização sobre teorias e definições acerca do jornalismo internacional, comunicação e política sobre as representações. Para tanto, utilizamos como bibliografia principal os trabalhos de João Batista Natali (2004) sobre a origem e o desenvolvimento do jornalismo internacional no Brasil e no mundo; o livro, Cultura e Representação, de Stuart Hall (2016) para explicar as diversas construções de sentidos acontecem em meio às culturas e diferenças sociais e sobre como a mídia pode ser um ator importante neste momento de identificação. Como corpus de análise, selecionou-se 13 matérias publicadas no site do jornal The Guardian, nas quais foram identificados padrões na intenção dos editores ao usar as imagens em conjunto com os títulos, como sendo contrastantes ou complementares. Procedemos as análises, procurando identificar as imagens projetadas provenientes do tensionamento entre os elementos verbais – nos títulos e subtítulos – e os elementos não-verbais, mobilizados pelas imagens. Foi possível notar que a representação retratada e divulgada sobre o governo Bolsonaro e o Brasil durante o ano de 2020 não é positiva e foi construída, principalmente, pro uma estratégia discursiva de ironia, muitas vezes colocando em contradição os fatos relatados com a postura do presidente representada nas imagens. Palavras-chave: Jornalismo internacional; diplomacia midiática; política; representação; Bolsonaro.
Outros olhos, mesma perspectiva: o Brasil visto por jornais colombianos
Título: Outros olhos, mesma perspectiva: o Brasil visto por jornais colombianos Autor: João Dalla Bernardina Thedoldi Período: 2014-1 Orientador: Ernane Correa Rabelo Resumo: O jornalismo internacional é uma área que se expandiu recentemente devido aos avanços tecnológicos que permitiram o seu efetivo desenvolvimento. Com isso, o modo como uma nação é transmitida pelos veículos de comunicação de outros países tornou- se um dos fatores que passou a influenciar na visão que um povo desenvolve ou reforça sobre outras regiões do mundo. Com o objetivo de descobrir como o Brasil é representado em outro país, o presente trabalho observou durante o período de um mês, de 22 de agosto a 22 de setembro de 2013, dois jornais impressos colombianos a fim de realizar uma análise quantitativa sobre os temas e gêneros mais recorrentes em que o Brasil está presente, e qualitativa, em que se analisou como o país é caracterizado por esses periódicos. Dessa forma, é possível inferir se as matérias veiculadas pelos jornais durante o período observado criam ou reforçam alguma visão estereotipada sobre o país e se há uma variação em como ele é representado por dois jornais de uma mesma nação. Com esse estudo, foi possível perceber que esses periódicos retratam o país sob a perspectiva dos Estados Unidos e reforçam alguns estereótipos a respeito do Brasil. Palavras-chave: Jornalismo internacional; Representação; Brasil; Impresso; Colômbia
O “Fantástico” em Gaza: Uma análise do telejornalismo brasileiro em área de conflito armado internacional.
Título: O “Fantástico” em Gaza: Uma análise do telejornalismo brasileiro em área de conflito armado internacional. Autor: Fernanda Azevedo Couto Período: 2009-1 Orientador: Soraya Maria Vieira Ferreira Resumo: Nessa pesquisa analisamos o uso do personagem em telejornalismo. Seria ele o diferencial numa cobertura de guerra? Para isso, escolhemos como objeto de estudo uma série de três reportagens do Fantástico, da Rede Globo sobre a invasão de Israel à Faixa de Gaza, que foram ao ar de dezembro de 2008 a janeiro de 2009, e duas reportagens do Jornal Nacional, deste mesmo período. Apresentamos a evolução do jornalismo internacional e das coberturas de guerra, destacando as principais coberturas em telejornalismo, que foram a da Guerra do Vietnã (1959-1975) e a da Guerra do Golfo (1990). Apresentamos o surgimento do uso de fontes não oficiais no telejornalismo brasileiro, ou seja, o aparecimento do homem comum nas matérias de TV. Isso foi possível a partir da evolução tecnológica, do aparecimento do produtor, do uso das assessorias de imprensa e da internet na produção das reportagens. Uma das metodologias utilizadas foi a categorização dos personagens definida por Carmem Lúcia Barreto Petit, que aplicamos ao nosso objeto de estudo. A categoria definida encontrada nos personagens de Gaza é a do medo, dentro dela os grupos dos vitimizados e os redentores. Além disso, discutimos como as identidades fragmentárias e múltiplas do mundo globalizado ajudam a trazer uma visão nacional sobre um fato internacional. A partir das múltiplas identidades dos personagens Laila, árabe e brasileira e Fred, judeu e brasileiro, o repórter conseguiu aproximar o conflito palestino-israelense dos telespectadores brasileiros. Palavras-chave: Comunicação, telejornalismo, jornalismo internacional, cobertura de guerra, personagem